A substituição gradual da insulina NPH pela insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS) chegou a Roraima com o envio de 519 tubetes do medicamento e 142 canetas reutilizáveis de aplicação.
A mudança adotada pelo Ministério da Saúde atende pacientes com diabetes tipo 1 entre 2 e 18 anos incompletos e pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou 2.
A pasta informou que cerca de 383 mil tubetes já foram encaminhados para os estados brasileiros.
A insulina glargina é considerada um medicamento de ação prolongada e pode reduzir a necessidade de aplicações ao longo do dia. Na maioria dos casos, o tratamento utiliza uma aplicação diária.
O fornecimento será feito pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) após análise clínica e prescrição médica. O paciente deve apresentar a receita devidamente emitida e carimbada para solicitar o medicamento.
A substituição integra uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que viabiliza a produção nacional da insulina glargina e amplia a segurança dos estoques destinados ao SUS.
Durante a mudança, pacientes e familiares terão acompanhamento de uma equipe multiprofissional, com orientações sobre aplicação e conservação do medicamento. Além da insulina, serão disponibilizadas caneta reutilizável com duração de três anos e agulhas.
