{"id":2653,"date":"2024-10-15T12:00:00","date_gmt":"2024-10-15T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/amororaima.com.br\/?p=2653"},"modified":"2024-10-15T13:03:41","modified_gmt":"2024-10-15T16:03:41","slug":"o-que-explica-a-explosao-de-incendios-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amororaima.com.br\/index.php\/2024\/10\/15\/o-que-explica-a-explosao-de-incendios-na-amazonia\/","title":{"rendered":"O que explica a explos\u00e3o de inc\u00eandios na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\n<p><a href=\"https:\/\/amororaima.com.br\/index.php\/2024\/10\/11\/comparavel-ao-tamanho-de-roraima-area-queimada-no-brasil-de-janeiro-a-setembro-e-150-maior-do-que-em-2023\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Os\u00a0inc\u00eandios\u00a0pelo Brasil devastaram 223 mil km\u00b2 de janeiro a setembro deste an<\/strong><\/a><a href=\"https:\/\/seligaroraima.com.br\/meio-ambiente\/comparavel-ao-tamanho-de-roraima-area-queimada-no-brasil-de-janeiro-a-setembro-e-150-maior-do-que-em-2023\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>o<\/strong><\/a> \u2013 uma \u00e1rea equivalente a quase 2,5 vezes o tamanho de Portugal. A\u00a0Amaz\u00f4nia\u00a0foi o bioma mais atingido, contabilizando mais da metade, 51%, da \u00e1rea queimada at\u00e9 agora em 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 assustador. \u00c9 um dado muito impactante comparando com os outros anos e o quanto de Floresta Amaz\u00f4nica foi queimada nesses meses&#8221;, comenta Ane Alencar, diretora de Ci\u00eancia do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (Ipam).<\/p>\n\n\n\n<p>Na Amaz\u00f4nia, em setembro, foram queimados no bioma mais de 56 mil km\u00b2. Ao todo, no ano, j\u00e1 foram 113 mil km\u00b2. No m\u00eas passado, foram devastados 30 mil km\u00b2 dos 47 mil km\u00b2 queimados este ano somente na floresta nativa \u2013 o que corresponde a cerca de 20% de toda a \u00e1rea destru\u00edda pelo fogo no pa\u00eds em 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>Alencar \u00e9 uma das cientistas que analisa os dados coletados pelo Monitor do Fogo, do Mapbiomas. O levantamento mais recente, divulgado na sexta-feira (11), mostra que mais da metade da \u00e1rea queimada no Brasil (56%) fica em tr\u00eas estados: Mato Grosso, Par\u00e1 e Tocantins.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise mostra que, na Amaz\u00f4nia, a situa\u00e7\u00e3o foi mais cr\u00edtica de janeiro a setembro em&nbsp;terras ind\u00edgenas, grandes propriedades e florestas p\u00fablicas n\u00e3o destinadas. O fogo nesta \u00e9poca n\u00e3o come\u00e7a de forma espont\u00e2nea, mas \u00e9 iniciado por a\u00e7\u00e3o humana em mais de 90% dos casos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Nas grandes fazendas, quando a queima come\u00e7a, h\u00e1 grande dificuldade para controlar o fogo&#8221;, comenta Alencar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O papel do clima<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;extrema escassez de \u00e1gua&nbsp;e o calor intenso ao longo de todo o ano t\u00eam um papel-chave neste cen\u00e1rio, afirmam todas as fontes ouvidas pela reportagem. Segundo especialistas em clima, a&nbsp;seca&nbsp;j\u00e1 teria come\u00e7ado na primavera do ano passado, e a esta\u00e7\u00e3o chuvosa, no in\u00edcio de 2024, chegou tarde e fraca.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 um ano muito at\u00edpico. 2023 foi o mais quente da hist\u00f3ria e 2024 deve super\u00e1-lo. Esse calor e o d\u00e9ficit h\u00eddrico s\u00e3o fatores determinantes para aumentar o risco de inc\u00eandio&#8221;, diz Jos\u00e9 Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2023, dez ondas de calor foram registradas no Brasil, sete delas chegaram depois de agosto. At\u00e9 setembro de 2024, o pa\u00eds j\u00e1 enfrentou oito eventos do tipo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O preocupante \u00e9 que ainda teremos dois meses bastante quentes pela frente&#8221;, alerta Marengo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"613\" src=\"https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2654\" srcset=\"https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg 1024w, https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-300x179.jpg 300w, https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-768x459.jpg 768w, https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-18x12.jpg 18w, https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters.jpg 1170w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fuma\u00e7a de inc\u00eandios cobriu Manaus em agosto &#8211; Foto: Bruno Kelly\/Reuters<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Em alguns pontos do Brasil, n\u00e3o h\u00e1 sinal de chuva h\u00e1 mais de um ano. As cidades de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, vivem 16 meses de seca, aponta o \u00edndice acompanhado pelo Cemaden. Isso diminuiu a umidade do solo, prolonga a estiagem porque plantas, lagos e rios transpiram menos \u2013 o que reduz a forma\u00e7\u00e3o de nuvens de chuva.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas certamente t\u00eam um peso grande. Numa situa\u00e7\u00e3o como essa, qualquer \u2018foguinho&#8217; vira um grande inc\u00eandio. As chamas escapam e queimam grandes \u00e1reas&#8221;, comenta Alencar.<\/p>\n\n\n\n<p>Bombeiros e brigadistas costumam se referir ao fen\u00f4meno &#8220;30, 30, 30&#8221; para calcular o risco de inc\u00eandio. O primeiro deles diz respeito \u00e0 temperatura: quando ela atinge ou ultrapassa os 30\u00b0C, o ar fica mais seco e facilita a propaga\u00e7\u00e3o do fogo. O outro \u00e9 a marca em percentagem da umidade relativa do ar que, quando \u00e9 menor que 30%, a vegeta\u00e7\u00e3o fica mais inflam\u00e1vel. O terceiro tem a ver com a velocidade do vento, um &#8220;propagador&#8221; de chamas quando chega a 30 km\/h.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A liga\u00e7\u00e3o com o desmatamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisadores buscam tamb\u00e9m entender o que mais pode explicar a exist\u00eancia de tantos focos de calor mesmo com o desmatamento na Amaz\u00f4nia em queda. Historicamente, o fogo \u00e9 usado para limpar a \u00e1rea depois que as \u00e1rvores s\u00e3o cortadas principalmente de forma criminosa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Se a gente n\u00e3o tivesse reduzido o desmatamento na Amaz\u00f4nia nesses dois anos, eu diria que hoje estar\u00edamos numa situa\u00e7\u00e3o absolutamente catastr\u00f3fica. Ter\u00edamos muitos inc\u00eandios que realmente j\u00e1 teriam totalmente perdido o controle e queimado 100% de \u00e1rea de floresta&#8221;, argumenta Andr\u00e9 Lima, secret\u00e1rio de Controle dos Desmatamentos e Ordenamento Ambiental e Territorial do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA).<\/p>\n\n\n\n<p>Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que, de janeiro a setembro, houve redu\u00e7\u00e3o de 24% de derrubada da Amaz\u00f4nia em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo anterior. Ainda assim, a \u00e1rea de florestas atingidas pelo fogo cresceu de uma m\u00e9dia de 10% para 35% do total, admite Lima.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando olha para os gr\u00e1ficos, Ane Alencar v\u00ea semelhan\u00e7as entre 2024 e 2010, que registrou queimadas em n\u00edvel semelhante ao atual. Naquele ano, o Brasil tinha quase o mesmo n\u00edvel de desmatamento de agora e uma situa\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica grave. Com o El Ni\u00f1o instalado e o aquecimento das \u00e1guas do Atl\u00e2ntico Norte, a Bacia Amaz\u00f4nica sofreu com a pior seca registrada at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isso indica que ter reduzido o desmatamento teve uma contribui\u00e7\u00e3o importante, caso contr\u00e1rio poderia haver muito mais fogo na paisagem&#8221;, avalia Alencar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma nova categoria de crime<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A desconfian\u00e7a \u00e9 de que a facilidade para incendiar uma floresta mais seca tenha tornado o fogo uma arma. Beto Mesquita, engenheiro florestal e membro da Coaliz\u00e3o Brasil Clima, Florestas e Agricultura, v\u00ea a possiblidade de as chamas serem usadas intencionalmente em maior propor\u00e7\u00e3o para eliminar mata nativa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Se a pessoa desmata, ela corre o risco de ser pega pela fiscaliza\u00e7\u00e3o e pelo sat\u00e9lite. Ent\u00e3o ela pula esta etapa e j\u00e1 taca fogo poque a floresta est\u00e1 seca. Em condi\u00e7\u00f5es normais, a Floresta Amaz\u00f4nica n\u00e3o pegaria fogo t\u00e3o facilmente&#8221;, diz Mesquita.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"613\" src=\"https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2655\" srcset=\"https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg 1024w, https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-300x179.jpg 300w, https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-768x459.jpg 768w, https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-18x12.jpg 18w, https:\/\/amororaima.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters.jpg 1170w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Amaz\u00f4nia enfrenta uma grande seca neste ano &#8211; Foto: Bruno Kelly\/Reuters<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Andr\u00e9 Lima, do MMA, tamb\u00e9m enxerga a mesma possiblidade. Ele diz que \u00e9 muito dif\u00edcil algu\u00e9m ser pego em flagrante provocando um inc\u00eandio, principalmente na Amaz\u00f4nia, e isso encoraja grupos criminosos que invadem terras p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 mais dif\u00edcil ser punido por este crime, \u00e9 dif\u00edcil multar uma pessoa por este ato porque \u00e9 necess\u00e1rio comprovar que ela ateou fogo&#8221;, afirma Lima.<\/p>\n\n\n\n<p>De toda a \u00e1rea queimada de floresta, n\u00e3o se sabe exatamente o quanto dos inc\u00eandios come\u00e7aram dentro da mata, ou chegaram at\u00e9 a vegeta\u00e7\u00e3o nativa vindos de outra parte. Mas o aumento significativo desse tipo de ocorr\u00eancia refor\u00e7a a hip\u00f3tese de a\u00e7\u00e3o criminosa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 um ind\u00edcio muito forte de que realmente foi colocado fogo na floresta, vamos dizer assim, \u00e9 uma nova estrat\u00e9gia de quem est\u00e1 ocupando \u00e1reas ilegalmente na Amaz\u00f4nia&#8221;, diz Lima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sa\u00eddas para a crise<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para Jos\u00e9 Marengo, est\u00e1 cada vez mais evidente o efeito catastr\u00f3fico das&nbsp;mudan\u00e7as clim\u00e1ticas&nbsp;no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Elas est\u00e3o afetando a intensidade dos eventos extremos e isso est\u00e1 gerando um clima bastante diferente&#8221;, diz o pesquisador do Cemaden.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante da indica\u00e7\u00e3o de que o quadro ir\u00e1 se repetir nos pr\u00f3ximos anos, com estiagens severas e prolongadas, o caminho \u00e9 prevenir, treinar pessoal e afinar a coordena\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es em todos os n\u00edveis de governos, opina Mesquita.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00f3s n\u00e3o temos s\u00f3 floresta tropical. N\u00f3s temos savana tropical, o Cerrado, que \u00e9 muito mais vulner\u00e1vel. N\u00f3s temos \u00e1reas de campos, n\u00f3s temos o Pantanal, Caatinga, temos outras \u00e1reas que antes n\u00e3o queimavam tanto e que hoje est\u00e3o queimando muito mais. Ent\u00e3o temos muito trabalho pela frente&#8221;, pontua Mesquita.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso do fogo, mesmo que autorizado, talvez tenha que ser revisto, sugere.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O fogo ainda \u00e9 um elemento de uso para limpeza de pastagens, e a maior parte da pastagem brasileira \u00e9 extensiva, ela n\u00e3o \u00e9 manejada de maneira tecnificada. E sob as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que estamos vivendo, isso n\u00e3o ser\u00e1 mais poss\u00edvel&#8221;, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Com informa\u00e7\u00f5es da DW<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os\u00a0inc\u00eandios\u00a0pelo Brasil devastaram 223 mil km\u00b2 de janeiro a setembro deste ano \u2013 uma \u00e1rea equivalente a quase 2,5 vezes o tamanho de Portugal. 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